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Riscos ao corpo: o caso "Albert e o artista"

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A eficácia de uma imaginação ativa é verificada pela observação do surgimento de sonhos e de sintomas. Ou por uma mudança neles caso já estejam ocorrendo. Se nada acontece ou se nada muda, essa imaginação não foi bem praticada, houve uma falha.   A respeito dos sintomas, eles também podem ser somáticos. O caso "Albert e o artista", que Marie-Louise von Franz analisa em  A Imaginação Ativa na Psicologia de C. G. Jung ( in: Psicoterapia , editora Vozes), traz exatamente um exemplo disso. Eis o trecho.   Atalanta Fugiens Micahel Maier (crédito questionável) O caso era o de um artista que havia começado a fazer análise por causa de uma tendência  para o alcoolismo e uma sensação geral de desorientação. Uma figura particular de sombra aparecia repetidamente em seus sonhos; vamos chama-la de Albert. Essa figura era um homem esquizoide, altamente inteligente, completamente cínico e amoral,  que na verdade há muito havia se suicidado. ...

Vigotski e a imaginação infantil

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                   As possibilidades de agir com liberdade, que surgem na consciência do   homem, estão intimamente ligadas à imaginação (Vigotski). O psicólogo bielo-russo  Vigotski (ou Vygotsky , como mencionado no post anterior )* desenvolveu estudos sobre o desenvolvimento das funções humanas superiores (pensamento, linguagem, imaginação, vontade...). Symons, Molly no Jardim Na série de conferências publicada como  O Desenvolvimento Psicológico da Criança , a imaginação (dentre outros temas) é analisada. Uma definição é proposta e suas relações com o pensamento realista e com a vontade são discutidas. O psicólogo começa cada uma de suas conferências com um histórico dos estudos sobre determinado tópico, em seguida ele trata das ideias contemporâneas (sempre apontando os pontos fortes e fracos de cada concepção). Considerando o exposto, ele finalmente explana sua concepção sobre o assunto. Sobre...